quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Pais sofrem dilema de contar a filhos sobre reprodução assistida

Contar ou não ao filho que ele é fruto de uma doação de esperma, de óvulo ou de embrião ou que sua gestação aconteceu em outra barriga?

Contar ou não ao filho que ele é fruto de uma doação de esperma, de óvulo ou de embrião ou que sua gestação aconteceu em outra barriga? As tecnologias de reprodução assistida têm possibilitado o surgimento de novos perfis de família e levantado questões polêmicas e ainda pouco debatidas no país.

A exemplo do que ocorria no passado com as adoções, muitos casais brasileiros omitem dos filhos a sua origem genética, especialmente quando a gravidez ocorreu com óvulo doado por uma mulher mais jovem ou sêmen obtido em banco de esperma. Já quando a criança foi gerada em outro útero --geralmente de um familiar - a revelação é certa.

Em países como a Inglaterra e a Bélgica, a criança tem o direito legal de saber sobre sua história quando atinge a maioridade. Nos Estados Unidos, jovens que foram gerados com gametas doados têm encontrado seus pais biológicos por meio de grupos na internet.

No Brasil, não há leis a respeito, mas uma resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) prevê que a doação de gametas seja anônima.

Especialistas em infertilidade costumam desencorajar seus pacientes a contar a verdade sob o argumento de que isso trará mais prejuízos do que benefícios à criança. Os psicólogos discordam. Para eles, o segredo pode gerar fantasias infantis ainda piores. E há médicos que lembram que a herança dos genes precisa ser conhecida para prevenir doenças futuras.

Nos EUA, uma coleção de livros infantis, "Hope and Will Have a Baby", se propõe a ajudar os pais a fazer essa revelação de forma lúdica. Cada livrinho conta a história de um menino que descobre a luta e o sucesso dos pais na criação de sua família por quatro caminhos diferentes: doação de óvulos, de esperma ou de embrião ou útero de substituição.

"As crianças têm um inquestionável direito de conhecer suas origens. Manter isso em segredo produz uma atmosfera que elas podem não compreender totalmente, mas sentem, e pode fazer com que os pais "pisem em ovos" ao falar sobre a gestação. Isso é ruim para a criança", disse à Folha Iréné Celcer, psicóloga em Atlanta (EUA) e autora dos livros.

Para ela, os conflitos gerados no passado sobre o segredo em torno da adoção devem servir de lição para que o mesmo não ocorra, agora, com os filhos da reprodução assistida. "Quero ajudar os pais a contar ao filho a linda história de amor em torno de sua concepção, o quanto ele foi desejado e que houve ajuda de várias pessoas nesse processo."

A arquiteta Ana*, 33, e o advogado Júlio, 43, de São Paulo, ainda estudam a melhor forma de, no futuro, revelar aos filhos suas verdadeiras origens, mas já sabem que a expressão "pai biológico" não aparecerá na história. O primogênito, de um ano e meio, e os gêmeos que estão na barriga da mãe foram gerados com sêmen doado.

Doação não é bem a palavra. As cinco ampolas de esperma foram compradas em um banco de sêmen nos EUA --cada uma custa em torno de US$ 500 (R$ 855). "Vamos contar da forma mais natural possível. O doador não é o pai deles, é apenas o doador. É assim que a gente encara, como um doador de sangue", diz Ana.

Para o pediatra Leonardo Posternak, do hospital Albert Einstein, o caminho é por aí. "O doador não é um pai. Um pai que abandona o filho continua sendo um pai, tem nome, história. Nesse caso é diferente. A situação é complicada, mas o complicado tem que ser dito."

Revelação

A comerciante Karin, 51, do Rio, já pensou em contar à filha de dez anos que ela foi gerada com embrião doado, mas desistiu. "Não fará bem para ela, que é uma menina feliz. Tenho certeza de que só fará mal."

Para a psicóloga Magdalena Ramos, especializada em casal e família, o segredo pode afetar o relacionamento entre os pais e a criança. "A criança percebe que há algo diferente. Às vezes, sua fantasia pode ser mais perturbadora do que a realidade dita de uma forma adequada."

Ramos orienta que a verdade seja contada em uma idade adequada, quando a criança começar a perguntar sobre como foi gerada. Caso ela não questione, os pais podem "puxar o assunto". Se não se sentirem confortáveis, a psicóloga sugere que procurem ajuda especializada.

"É preciso trabalhar as razões que os levaram a guardar segredo. Eles fazem o procedimento [fertilização] rapidinho, às escondidas. Depois, é como se não pudessem falar sobre suas angústias e dúvidas."

Segundo a psicóloga, é importante que os pais estejam preparados e abertos para receber as dúvidas do filho. Posternak diz que essa revelação deve ser feita aos poucos, dando espaço para a criança pensar e perguntar. "Há especialistas que acreditam que a verdade deve ser dita desde o berço, outros defendem que isso ocorra mais tarde", afirma.

O casal de juízes Maria Lúcia Fonseca, 47, e Carlos Eduardo Rodrigues de Sousa, 35, pretende esperar a filha Isabela, de dois anos e meio, crescer mais para conhecer sua história.

Maria Lúcia precisou recorrer à Justiça para conseguir usar a barriga de aluguel de uma amiga porque não tinha parentes disponíveis -único caso em que o útero de substituição é permitido no Brasil. Após a autorização, que incluiu uma permissão para que o bebê fosse registrado em nome dos pais biológicos, Maria Lúcia teve três óvulos fertilizados e implantados. Isabela nasceu em 2007. "Ela é um milagre da ciência, do direito e de Deus. Os três juntos me possibilitaram ter essa criança", conta a mãe.

A menina ainda não entende que nasceu de outra barriga, mas os pais pretendem lhe dizer como foi gerada. "Quando ela tiver condições de entender, com certeza vamos contar. Não vemos problema nisso", diz.

Controvérsias

Muitos dos especialistas em reprodução assistida defendem que a criança não deve saber de sua origem genética em casos de doação de gametas.

Para o ginecologista Artur Dzik, do Hospital Pérola Byngton, isso depende da idade. Se a paciente tem perto de 50 anos, quando é raro engravidar, ele a orienta a contar a verdade sobre a ovodoação porque os filhos "fatalmente vão descobrir". "Quando a mãe tem menos de 45 anos, para os filhos é melhor não saber. Em doações de sêmen, os pais são geralmente jovens e a tendência é não contar."

Ricardo Baruffi, especialista em reprodução assistida, acredita que os filhos não precisam saber de sua origem genética. "Você vai criar um conflito e não vai dar a solução. A pessoa vai crescer e querer saber quem é o pai ou a mãe. Não podemos falar, a doação é anônima."

Genética

O processo de gestação do filho é um segredo que a engenheira paulista Lúcia Helena, 49, pretende levar para o túmulo. Ela recorreu a uma doação de óvulos há quatro anos. "Não vejo a menor necessidade de contar. Isso só provocaria confusão na cabeça dele. Tenho fotos registrando a minha gestação e o nascimento dele. É essa a história do meu filho", afirma.

Não é bem assim. Conhecer os problemas de saúde da família pode ajudar a se prevenir de doenças no futuro, diz Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica. "Não é simples como doação de sangue. Há doenças genéticas hereditárias que só se manifestam aos 40, 50 anos", diz. Por outro lado, a revelação traz implicações jurídicas. "Se a doação deixa de ser anônima, o filho pode reivindicar seus direitos legais. Isso seria o fim das doações de sêmen e de óvulos."

* Alguns nomes foram trocados a pedido dos entrevistados


Fonte: sis.saúde

Cuidados simples evitam surgimento das incômodas varizes

Tratá-las é imprescindível para evitar complicações

Sensação de pernas pesadas, dores, queimação, cansaço, edemas ao redor do tornozelo. Todos esses sintomas podem ser sinal de que as varizes - incômodos vasinhos que saltam nas pernas - vêm por aí. Tratá-las é imprescindível para evitar complicações como feridas mais graves, mas o ideal mesmo é prevenir o surgimento dessas veias aparentes, tomando algumas precauções.

Evitar ganhar peso, adotar uma dieta rica em fibras e não permanecer muito tempo parado em pé ou sentado são algumas delas. É também importante caminhar e praticar exercícios físicos, não fumar e descansar com as pernas elevadas.

Predisposição

Estima-se que entre 60% e 70% das mulheres têm algum tipo de varizes, mas os homens podem ser vítimas da doença também. A alta incidência no sexo feminino ocorre porque dois dos grandes desencadeantes são o uso de hormônios, comum na menopausa, e a gestação. É também na menstruação e na gravidez que as dores ficam mais intensas. Nessa fase, a dica é usar meias elásticas de média compressão. Evitar anticoncepcionais é importante.

Mas tanto em homens quanto em mulher, a predisposição hereditária, obesidade, hábitos alimentares pouco recomendados e tabagismo são fatores para o desenvolvimento do mal. E ainda: profissões em que é preciso ficar muito tempo em pé ou sentado na mesma posição acabam por representar perigo a quem tem essa tendência.

"Não existe nenhuma relação que possa afirmar que a depilação, o uso de salto alto, subir escadas, carregar peso, musculação e ginástica levem ao desenvolvimento de varizes. Pelo contrário: praticar ginástica, fazer musculação e subir escadas são atividades recomendadas para a prevenção, desde que feitas de forma correta e sem exageros", disse o cirurgião vascular José Roberto Bonfim Domenici Júnior, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André.

Consequências

Vanderley da Silva Paula, cirurgião vascular e diretor do Hospital Estadual Mário Covas, afirmou que as complicações mais importantes decorrentes das varizes são as flebites, uma coagulação do sangue dentro das veias, e as úlceras varicosas, que são feridas nas pernas. Tratar antes que evolua é importante também para reduzir o incômodo causado pelos vasinhos.

"Muitos pacientes com a doença têm a sensação de peso nas pernas no final do dia", disse o profissional. O tratamento varia de acordo com a característica e tamanho das varizes, e é imprescindível procurar um médico que determine a gravidade de cada caso.

Fonte: sis.saúde

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Fuja da intoxicação alimentar no verão

Queijo quente, maionese e frutos do mar são os principais vilões da estação

Olha o espetinho de camarão! Vai um sanduba natural ai? Olha a melancia fresquinha! Quem consegue resistir a tantas tentações em pleno clima de verão? Durante as férias, deixamos de lado a rotina rígida mantida o ano inteiro e nos deliciamos com estas tentações, porém, se alguns alimentos já causam preocupação em outras estações, muitos quitutes e petiscos típicos do verão são os campeões dos surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA).

Causada por bactérias, vírus e algumas toxinas, a intoxicação alimentar é mais comum nas altas temperaturas e pode ocorrer tanto no processo de produção quanto de manuseio dos produtos, provocando a deteriorização dos alimentos. "As altas temperaturas e a falta de higiene durante o verão são as principais causas da contaminação e se não for tratada a tempo, esta infecção intestinal pode levar a morte", explica Antonio Carlos Lopes, clínico médico da Unifesp.

Eles podem ocorrer em qualquer época do ano e causar falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, além da possibilidade de atingirem o fígado (hepatite A) e as terminações nervosas periféricas (botulismo). Há um registro médio de 665 surtos por ano no Brasil, com 13 mil doentes, de acordo com o Ministério da Saúde. Por isso, é importante ficar atento à alimentação.

Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde, mais de 117 mil brasileiros adoeceram e 64 morreram entre 1999 e agosto de 2008 por esse motivo. Um estudo realizado pelo Centro para Ciência no Interesse Público dos Estados Unidos, divulgado no blog Well, do jornal The New York Times, aponta o ovo cru, consumido principalmente na gemada, como um dos dez vilões mais perigosos da intoxicação alimentar.

Os cientistas explicam que tal resultado se dá pelo fato do ovo cru ser muito suscetível a contaminações por bactérias, como a salmonela, que podem levar à morte se não forem tratadas a tempo. Tais bactérias invadem o sistema imunológico das pacientes e alteram todo o funcionamento do organismo, em especial do intestino, fígado e rins, provocando dores fortes e náuseas. Segundo o estudo, entre os produtos que mais provocaram o problema estão ovos crus e mal cozidos (22,8%), carnes vermelhas (11,7%), sobremesas (10,9%), água (8,8%), leite e derivados (7,1%).

Principais Causas da Intoxicação Alimentar

1. Bacteriana: ss principais causas são as bactérias Salmonela ou Estafilococos. Podem ser originadas no preparo ou pela deterioração dos alimentos. "Quando a intoxicação é causada por bactéria, é mais grave e pode levar a desidratação aguda e ao choque da pressão arterial. Aparecem vômitos, febre, diarreia e, em estágios mais graves, chega a sangrar", explica o clínico Antonio Carlos Lopes.

2. Viral: é menos freqüente, mas alguns vírus podem levar à intoxicação alimentar. A hepatite B pode ser transmitida por copos ou utensílios, que não foram lavados adequadamente. "Se o vilão da história for um vírus, os sintomas são os mesmos: diarreia, febre, vômitos, mas aparecem com menor intensidade e podem ser tratados apenas com ingestão de alimentos leves, como frutas e de líquidos (chás, água de coco e muita água)", continua.

3. Botulismo: É uma forma de intoxicação alimentar rara, mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e em alimentos contaminados e mal conservados, principalmente enlatados. A ingestão excessiva desta toxina leva a alterações no sistema nervoso e os primeiros sintomas são boca seca, visão dupla e a incapacidade de focar objetos próximos. "É mais grave, porém pouco comum. Os enlatados são os principais causadores desse tipo de intoxicação e devem ser consumidos com cautela", explica Antonio Carlos.

Tratamento

Por bactérias: "se os sintomas durarem por mais de 3 dias sem melhoras, o ideal é procurar um médico e seguir a risca o tratamento com antibióticos", explica Antonio Carlos.

Cuidados com alimentos

A prevenção é sempre mais importante. O certo seria não ingerir nenhum alimento que você não tenha preparado em casa, em condições ideais de higiene, mas como não é possível, fique atento a alguns fatores como armazenamento e lavagem.

1. Mantenha a temperatura do refrigerador abaixo de 4 graus centígrados. Isto irá retardar o crescimento das bactérias. Esse crescimento ocorre muito rapidamente, entre 16 e 45 graus centígrados, e mais lentamente entre 5 e 15 graus. É ainda importante lembrar que o congelamento não mata as bactérias, mas o seu crescimento fica inibido em temperaturas extremamente baixas. Mantenha o freezer com uma temperatura regulada entre 12 e 15 graus centígrados negativos.

2. Mantenha alimentos, peixes, carnes, ovos e laticínios na geladeira, até o momento de prepará-los. Alimentos fora do refrigerador, nos períodos de verão, têm o risco de apresentarem o crescimento da bactéria Salmonella, causadora de infecções gastrointestinais.

3. Alimentos que sobram de uma refeição devem ser congelados imediatamente, para consumo posterior ou, então, serem descartados. Caso sejam guardados, deve-se procurar remover os acompanhamentos (como molhos), cobri-los e congelá-los imediatamente.

4. Ostras e crustáceos devem ser bem cozidos, pois podem conter desde vírus ( causadores da hepatite, por exemplo), a bactérias (causadoras de intoxicação alimentar).

5. Cuidados ao servir os alimentos: sirva,principalmente carnes e peixes, imediatamente após o cozimento e não aguarde mais de 2 horas para servir o alimento. Nos buffets de restaurantes, verifique se os alimentos frios estão no gelo a temperaturas próximas de zero grau, já os pratos quentes devem ser mantidos aquecidos acima de 60 graus centígrados.

6.Utensílios usados devem ser lavados cuidadosamente, antes de receberem novas porções, mesmo que seja do mesmo alimento. Todas as frutas e outros vegetais devem ser cuidadosamente lavados.

7. Lave as mãos e utensílios de cozinha antes de preparar os alimentos. "Facas utilizadas no corte de peixes ou carnes devem ser lavadas com água quente e detergente, antes de se iniciar o processo de preparo. Assim evita-se a contaminação", sugere o clínico.

8. Cuidado com a água que você consome. "Muita gente acha que só alimentos causam intoxicação, mas a água é um dos principais motivos do problema. Prefira sempre água filtrada da qual você saiba a procedência", finaliza o clínico médico.

Ranking dos alimentos mais perigosos *
1-Ovos
2-Frutos do mar
3-Enlatados
4-Maionese
5-Queijo, em especial os queijos quentes vendidos na praia
6-Frutas vendidas em potes ou em barracas na rua, como açaí, abacaxi , melancia e outros
7-Sorvete
8-Espetinhos em geral

(*Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde)

Por vírus: "nestes casos, o tratamento é mais simples, com ingestão de bastante líquido, em especial água de coco para hidratar, e repouso", continua o clínico.

Botulismo: o tratamento deve ser acompanhada por um médico. "São casos mais graves, não dá para tratar só com repouso e água", explica Antonio Carlos.

Fonte: sis.saúde

Prática abusiva de exercícios pode causar lesões e prejudicar a saúde

Cuidar do corpo não é apenas uma questão estética, mas também de saúde e deve ser levada a sério

Cuidar da saúde física e mental é um dos primeiros passos para quem deseja bem estar. A prática de exercícios físicos ajuda na prevenção de distúrbios como sedentarismo, má alimentação, obesidade e doenças coronarianas, dentre outros, além de cuidar da mente e diminuir o estresse. Conhecer os limites do corpo e saber a hora certa de parar também pode evitar uma série de problemas musculares, como fadiga e lesões mais graves. A prática abusiva e irregular desta modalidade não é a melhor maneira para ter um bom condicionamento físico e a Academia B-Active, especializada em Medicina Esportiva, mostra como evitar estes problemas.

O excesso de exercícios pode ser falta de conhecimento tanto do aluno quanto do profissional, sendo aplicado de forma incorreta e apresentando falta de periodização nos treinos, pode causar o aumento na pressão arterial e nos batimentos cardíacos, bem como ansiedade, insônia, irritabilidade e queda do sistema imunológico. Overtraining é o nome dado para este excesso de exercícios e sua prática é normalmente feita por atletas profissionais. Mesmo assim, vem crescendo entre crianças e adolescentes e é nessas horas, que ter uma grade de exercícios mais adequada torna-se uma das melhores soluções.

Dr. Benjamin Apter (diretor da academia B-Active, Prof° de Pós Graduação de Fisiologia do Exercício (CECAFI) da FM-USP), ressalta que cada pessoa tem uma resposta com a aplicação de exercícios. O tempo e a frequencia do treino, também chamado de volume, e a intensidade devem ser dosados de forma individual , de acordo com a capacidade física e objetivos de cada um. Para tanto uma avaliação com médico especializado em medicina esportiva pode prevenir sobrecarga e otimizar o treinamento para obtenção dos objetivos de forma segura e eficaz.

A B-Active oferece avaliação e orientação especializada com médicos, fisioterapeutas e nutricionistas. Dependendo da situação de cada indivíduo é proposto um treinamento específico para cada fim. Recebemos muitas pessoas com sintoma de overtraining para orientação, mas também recebemos pessoas sedentárias ou portadoras de doenças que buscam orientação e treino adequado para se beneficiar apenas dos bons efeitos e resultados dos exercícios. Todos os professores são altamente qualificados e especializados, ministrando grupos de no máximo 3 alunos por treino.

Cuidar do corpo não é apenas uma questão estética, mas também de saúde e deve ser levada a sério, para que problemas futuros e desgastes sejam evitados.

Para mais informações acesse: www.b-active.com.br

Sobre a B-Active

A B-Active é uma academia que tem como principal pilar a Medicina Esportiva, sob direção do Dr. Benjamin Apter, médico especialista em Medicina Esportiva e professor da Pós Graduação de Fisiologia do Exercício (CECAFI) da FM-USP. A proposta surgiu por meio de uma pesquisa do grupo de Geriatria da USP, com o objetivo de estudar os benefícios de exercícios no idoso. Ao descobrirem que o exercício de impacto era um grande vilão, voltaram-se para o desenvolvimento de programas de exercícios resistidos, conhecidos como exercícios de fortalecimento muscular.

As atividades oferecidas apresentam um novo conceito, que tem sido cada vez mais procurado pelo público que busca programas especializados para evitar as lesões causadas por treinos inadequados ao seu tipo físico, e que, além disso, oriente quais são as atividades mais apropriadas para ajudar na prevenção, reabilitação e melhoria da qualidade de vida.

A academia conta com mais de 30 aparelhos de ginástica desenvolvidos no departamento de Bioengenharia da USP, exclusivamente para oferecer a máxima proteção articular e a máxima ativação muscular. Esses equipamentos ergonômicos medicinais permitem a regulagem da graduação dos movimentos e distribuem o peso independente para cada lado do corpo, resultando em exercícios mais seguros e eficazes.

Os treinamentos são elaborados, de acordo com a necessidade e perfil de cada aluno, por um conjunto de médicos especialistas em medicina esportiva, nutricionistas, fisioterapeutas e professores de educação física pós-graduados em fisiologia do exercício. Para todos os clientes, inclusive os de grupos especiais (portadores de doenças crônicas, como câncer, doença coronariana, pressão alta, diabetes, artrose, artrite entre outras), os programas são individualizados e constantemente monitorados. Relatórios periódicos são enviados aos médicos dos alunos para o acompanhamento da evolução física e clínica.

Indicado para todas as idades, a B-Active é especialista em desenvolver programas específicos para cada pessoa, de acordo com as necessidades de cada aluno. Todo este cuidado com a saúde e o físico é feito por profissionais da academia, e por não serem terceirizados, o aluno não paga a mais por isso.

O sucesso da nova proposta de atividade física, que agrega saúde com boa forma, está em expansão e a B-Active abre a segunda unidade do bairro Higienópolis. E ainda, é a única academia que conta com certificações na área médica, fisioterapêutica, terapia ocupacional, educação física e selo de qualidade emitido pela USP.

Todas as instalações são adaptadas para receber cadeirantes e pessoas que sofreram AVC (acidente vascular cerebral) com elevador, banheiro e vestiário específicos e profissionais altamente capacitados para o atendimento.

B-Active Unidade Higienópolis: Rua Alagoas, 148, 1°andar / Tel. 11 3120-6702 / Horário de Funcionamento de segunda a sexta, das 7h às 21h / higienopolis@bactive.com.br

B-Active Unidade Jardins: Rua Salto, 70 / Tel. 11 3051-6769 / Horário de Funcionamento segunda a sexta, das 6h às 20h / jardins@bactive.com.br

Fonte: sis.saúde

Por que montar um prato colorido faz tão bem à saúde?

Veja a explicação

A cor de cada alimento representa uma predominância de certos nutrientes e/ou fitoquímicos, isto é, o princípio ativo contido no alimento capaz de trazer benefícios e prevenção de doenças.

Quanto mais cor houver no prato seu prato, mais tipos de substâncias que ajudam a combater os radicais livres vão ser ingeridas, pois cada alimento nos dá um tipo diferente de antioxidante. Segundo a nutricionista funcional, Daniela Jobst, o ideal é que se atinja no mínimo de 3-4 cores diferentes nas refeições principais como café da amanhã, almoço e jantar.

Evite monotonia das cores

É importante evitar a monotonia das cores. Caso já tenha pego uma folha verde escura, não perca tempo se esforçando para pegar outra, tente acrescentar cores e não quantidades no seu prato. “Ao final da montagem do prato certifique-se que as cores estão variadas, além de mais nutritivo, as cores deixam o prato mais atrativo”, explica.

Benefícios de cada cor

Alimentos laranja

Os alimentos laranja (cenoura, abóbora, batata doce, manga, tangerina), são ricos em vitamina A, vitamina C, betacaroteno assim como alguns fitoquímicos chamados de bioflavonoides, excelentes no auxílio de retenção hídrica e nos processos inflamatórios. A vitamina C atua como antioxidante e ajuda na síntese do colágeno da pele.

Alimentos amarelo

Já os amarelos são ricos em vitamina A e antioxidantes como betacaroteno e luteína. Eles são ótimos para ajudar na manutenção dos tecidos e dos cabelos, além de beneficiar a visão noturna e aumentar a imunidade do organismo.

A vitamina C também está presente nos alimentos amarelos, e atua como antioxidante e ajuda na síntese do colágeno da pele. Dos alimentos amarelos, podemos destacar o abacaxi, ameixa, caju, carambola, damasco, mamão, milho, pimentão amarelo, melão, limão e grapefruit.

Alimentos vermelhos

O pimentão, tomate, beterraba, repolho roxo, maçã, morango, uva vermelha, melancia e cereja estão na classificação dos alimentos vermelhos e apresentam antioxidantes como o licopeno e a vitamina C. Ainda apresentam flavonoides, que são fitoquímicos antioxidantes que ajudam a prevenir as doenças crônicas como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Os alimentos vermelhos atuam na proteção contra diversas doenças e o estresse. Além dos citados acima, podemos destacar também o caqui, framboesa, goiaba, pitanga e romã.

Alimentos verdes

Para o espinafre, uva verde aspargos, brócolis, repolho, escarola e kiwi, que são os alimentos verdes, destaca-se a quantidade de clorofila, que é um potente energético celular, betacaroteno e luteína, ambos antioxidantes, folatos, vitaminas C e E, cálcio, ferro e potássio.

Outros alimentos, além dos citados acima que podem ser destacados são: a acelga, alface, repolho, salsa, agrião, chicória, couve, rúcula, pimentão verde, manjericão, abacate, abobrinha, quiabo, vagem, ervilha, limão e pepino.

Alimentos brancos

Por fim, temos os alimentos brancos, que são ricos em substâncias anti-inflamatórias, antifúngicas e antitumorais (protegem contra cânceres). Além disso, possuem substâncias como os compostos organossulfurados. Os alimentos que podem ser destacados são o alho e a cebola, que são da família das liláceas.


Fonte: sis.saúde

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Dr. Bacteria - O jogo dos sete erros na cozinha

Da série, Dr Bactéria, Rede Globo



Fonte: YouTube

Caminhada: onde praticar

O local escolhido para bater pernas pode potencializar alguns ganhos do exercício

Qualquer um pode praticar a caminhada, mas o local escolhido para bater pernas pode potencializar alguns ganhos do mais democrático dos exercícios.

Emagrecer, tonificar os músculos, aumentar a eficiência do sistema imunológico, diminuir o estresse, ficar longe da depressão... — ufa! E olhe que essa lista de benefícios proporcionados pela caminhada, apesar de longa, nem está completa. Para ganhar esse pacote de vantagens, pessoas de todas as idades e com diferentes graus de condicionamento físico precisam apenas calçar um tênis e colocar as pernas para trabalhar. Simples assim? Nem tanto. Não basta andar a esmo por aí. O exercício precisa ser praticado três vezes por semana, durante 30 minutos, no mínimo. E por onde você anda também conta bastante (veja os quadros ao longo desta reportagem). Para começo de conversa, o local escolhido para caminhar pode favorecer ou não o número de passadas. Um estudo realizado na Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, revela que, para manter a saúde do coração em dia, é preciso conseguir a marca de 100 passos por minuto, em média.

Na rua

As calçadas estão ao alcance de todos. Veja quais são os pontos de atenção antes de caminhar por elas:

Os obstáculos

Calçadas quebradas e raízes de árvores são um perigo, sobretudo para quem já tem mais idade. Além disso, a necessidade de desviar de outras pessoas e de parar na hora de atravessar a rua atrapalha a continuidade do exercício e exige muito mais atenção. Mesmo assim — aliás, ironicamente por causa disso tudo —, há uma vantagem em caminhar na rua. “A multilateralidade é mais estimulada”, diz o fisiologista do exercício Paulo Roberto Correia, da Universidade Federal de São Paulo. Ou seja, a pessoa melhora a noção do espaço olhando para todos os lados, não só para a linha do horizonte.

Onde há fumaça...

tem prejuízo para a saúde. Caminhar em vias poluídas é tão prejudicial quanto ficar parado no trânsito respirando a fumaceira dos escapamentos. Durante a prática da caminhada, entra mais ar nos pulmões. Tudo bem que, entre um passo aqui e acolá, a expiração aumenta na mesma medida. De qualquer forma, o ideal mesmo é evitar ficar exposto à poluição — o que, com o tempo, pode levar a um comprometimento pulmonar semelhante ao de um fumante.

Na esteira “Uma das vantagens desse equipamento é o fato de muitos deles terem amortecimento, atenuando o impacto sobre as articulações”, afirma o especialista em cardiologia e medicina do esporte José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Além disso, é possível caminhar na esteira mesmo que esteja caindo uma tempestade lá fora. A desvatangem é que a caminhada ali tende a ser mais monótona. Assistir a televisão ou ler durante o treino ajuda. “Só que, então, é preciso ter ainda mais cuidado com a postura e não tirar o foco de vez do exercício”, alerta o ortopedista Ricardo Cury, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Para cima e para baixo

As subidas e descidas ao longo do trajeto somam muitos pontos a seu favor. “Andar um minuto no plano consome 8 calorias, enquanto em uma ladeira 11 são detonadas”, compara o médico Fabio Ravaglia, presidente do Instituto Ortopedia e Saúde, em São Paulo. Um dos motivos dessa queima calórica é que caminhar em terreno íngreme coloca os músculos das pernas, dos glúteos, do abdômen e da lombar para trabalhar com maior intensidade. Bom por um lado. Mas não podemos nos esquecer de que, por isso mesmo, quem tem problemas nas costas ou nos joelhos deve consultar um médico.

10 mil

É o número de passos que uma pessoa deve dar por dia para não ser considerada sedentária. E claro: quanto maior o número de passadas, melhor. Uma boa maneira de saber a quantas você caminha é usar um pedômetro.

Fonte: sis.saúde